11 de set. de 2011

além da imaginação.


me lembro quando passava de madrugada no sbt. 
comecei a baixar hoje toda a primeira (e única) temporada. 

daí quando acabar, verei a versão de 1985. 
e depois, a versão de 1959-64.

10 de set. de 2011

mercê.

pensamentos condensados nos limites de caracteres e a mobilidade de uma internet no celular. o celular que faz de tudo, mas ainda me atrapalho na hora de fazer ligações. tudo isso por causa da preguiça de editar contatos e o fim da comodidade do ddd ser inserido automaticamente.
a gente nunca quer ter trabalho.

eu tentei ter agenda esse ano, uma agenda pra realmente anotar tarefas e cumpri-las. mas a agenda se resumiu a anotações desconexas e números de protocolos de atendimento por telefone.
os dias de provas, trabalhos, xerox, deveres, horários, prioridades.
eu sempre acho que vou dar conta somente pela memória. ledo engano. e continuo me enganando.
devo gostar disso.

sei (e gostaria) de compartilhar os pequenas prazeres, mas os pensamentos condensados nos limites de caracteres e toda aquela coisa.
nem falar de filmes eu falo mais.
sinceramente, não ando contente com a pessoa que me tornei virtualmente.

16 de ago. de 2011

cem anos de solidão II.

então, pensou que gastón não era tão bobo quanto parecia, mas pelo contrário, era um homem de uma firmeza, uma habilidade e uma paciência infinitas, que se propusera a vencer a esposa pelo cansaço da eterna complacência, do nunca lhe dizer não, do simular um assentimento sem limites, deixando-a se enredar em sua própria teia de aranha, até o dia em que não pudesse mais suportar o tédio das ilusões ao alcance das mãos e ela mesma fizesse as malas para voltar à europa. a antiga piedade de aureliano se transformou numa aversão violenta.

(gabriel garcía márquez)